A lei existe, mas não é cumprida.
OU
A lei é cumprida de uma forma nojenta.
Quando falamos em GERCO a situação é ainda mais caótica.
Não é possível usar e aplicar os mesmos pesos-e-medidas em Praia Grande (SP) e em Abrolhos (BA), por exemplo.
Dia 11/11 noticiaram que a casa de um “coreano” em Paraty foi demolida .
O grau de profundidade e análise da reportagem é impressionante (cof, cof):
“A demolição da casa do coreano foi um caso exemplar. Desde que derrubou a primeira árvore ele foi avisado. Foi embargado pelo estado, mas conseguiu liminar. Assim, terminou de construir e chegou a usufruir o imóvel até que a pudéssemos fazer a demolição”, explicou a secretária (de Meio Ambiente do RJ) Marilene Ramos.
Ok. Que tipo de explosivos utilizaram? O quanto isso prejudicou a fauna e flora?
Por que não contrataram mão-de-obra para desfazer a casa e encaminharam o material (telhas, tijolos, azuleijos) para famílias carentes?
Impossível? Dois edíficos grandes de São Paulo estão “dissolvendo” dessa forma. Muito incoerente uma secretaria de meio ambiente encher a boca pra falar sobre o impacto que aquela construção causava ao meio ambiente e operar dessa forma.
Marilene Ramos que é Engenheira Civil e doutora em Engenharia do Meio Ambiente poderia ter feito melhor. Não?!